sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Vida em tópicos

Nesse tempinho que fiquei em silêncio muita coisa aconteceu. E como diz o cantor (qual? qualquer um):
 foi mais ou menos assim:

  • Tive uma conversa emagrecedora (daquelas de tirar quilos das costas e se sentir aliviada) com minha amiga amada. Até mostrei o blog pra ela.
  • Minha menstruação desceu, com uns 10 dias de atraso.
  • Uma amiga muito querida foi morar em Paris. Antes fizemos uma super festa de despedida. Daquelas de chegar de manhã em casa!
  • Ganhei maquiagens da minha mãe. Comprei creminhos e lembrei que sou mulherzinha.
  • Minha afilhada aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas (linda!!)
  • Compramos uma bicicleta maior pra ela, de presente de dia das crianças/aniversário.
  • Meu sogro faleceu sexta passada e meu marido ficou doente (mas é só um gripãozão).
  • O velório foi lindo. Com a presença do parentes e amigos queridos, o clima foi sem dúvida de muito amor.
  • Vi minha sogra mostrar toda sua força. Ela é uma fofa e muito guerreira.
  • Lavei mil roupas e estendi no sol. Limpei a casa, escancarei as janelas e enchi de flores.
  • Meu trabalho ($$$$) aumentou!
  • Fiquei feliz no trabalho.
  • Fiquei triste e com raiva no trabalho.
  • Com a ajuda de uma amiga irmã e a cunhada caçula,  banquei a detetive. Investigamos um advogado falcatrua que meio que engambelou meus sogros. Viajamos, confabulamos, falamos com testemunhas, andamos de trem e tiramos fotos pra comprovar tudo. O que era pra ser mega estressante foi bem divertido. Até daria um belo roteiro de filme de ação cômica, com pitadas de drama, pois afinal de contas tudo começou em função da morte do meu sogro... Mas que a gente parecia as panteras, ah, parecia.
  • Estou estranhamente tranquila em relação à engravidar. Ainda quero, claro. Mas sem estresse. Estranho como toda a ansiedade passou. Talvez volte um dia desses, espero que não.
  • Domingo é aniversário de 8 anos da minha afilhada. Vai ser no meu local de trabalho, que é meu e é uma casa com pátio delícia. Vou fazer pompons lindos pra decoração, vai ter cartazes pelas paredes pros pimpolhos pintarem, brincadeira de corda, amarelinha, pés de lata, música e pão com linguiça (essa feita artesanalmente por um amigo). Oba!!
Agora tô sozinha em casa, maridão foi tocar. Vou tomar uma cervejinha, solita, sem auto piedade, acho até bacana. Mas nessas horas me dou conta que tenho quase 30!  Isso é assunto pra outro post!







terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sobre pai, sobre amor



Esses últimos dois meses têm sido bem difíceis e delicados aqui em casa.
Meu sogrinho querido, pessoa totalmente do bem, pura e com um coração enorme, teve um problema sério de saúde e parece que está se preparando para alçar vôo.
Ele já é velhinho, tem 85 anos. Nesses 11 anos de convívio, nunca o vi doente, nem com uma gripezinha. 
Tão pouco o vi desejando mal à uma mosca.

Ele é aquela pessoa quase ingênua, apesar de muito inteligente, que está sempre com um sorriso nos olhos e um copo de vinho na mão. Aquele que quebra o ritmo alucinado que nós, jovens, vivemos, para oferecer uma banana, contar pela enésima vez uma piada, cantar uma musiquinha, falar uma expressão em italiano...
Aquele ser tão leve que depois de ouvir uma história muito triste, sem deixar de se emocionar, diz: Tudo bem (e agora consigo ouvir sua voz e ver seu sorriso infantil).

É muito triste saber que ele está sofrendo numa UTI, logo ele que sempre desconfiou dos médicos.
Mas sempre procuro tirar alguma coisa boa das merdas que a gente passa na vida.
E ainda agora, mesmo sem poder falar, ele tá ensinando muito, pra todos que tiveram a alegria da sua presença e companhia.

Agradeço à ele, do fundo do meu coração, por ter sido um pai tão amoroso e suficiente pro meu marido. E por ter sido exemplo de Homem, com H maiúsculo. Tão delicado e tão forte.
Muito do que me encanta no meu marido, reconheço no fundo dos olhinhos azuis do meu sogro.
E se quero que ele seja o pai do meu filho, se já amo o pai que ele será, é porque confio no pai que ele teve.

Com isso muita coisa me invade. Poderia escrever muito sobre amor, sobre pais e filhos, sobre meu pai (e como eu amo), sobre meu irmão (e tudo que ele representa), sobre perdas, sobre segurança, sobre meu vô, sobre a história de amor dos meus sogros, sobre família, sobre como meu sogro ficou feliz quando soube que seria avô, sobre como me dói saber que meu filho não vai conhecer esse vôzinho tão doce...
Mas não seria suficiente pra aliviar meu peito.

Queria poder evitar toda essa dor do meu marido (e da minha sogra e cunhadas), mas não posso.

Mas ainda posso dizer ao meu sogro, obrigada. 
Um obrigada que vem lááá de dentro, e que nem dá pra definir  porquê. 
E posso dizer ainda, te amo. Sem medo de parecer frágil demais, porque sabemos que é essa fragilidade que nos dá cor, nos dá sabor e nos torna especiais.


sábado, 2 de outubro de 2010

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!


Pronto, passou! Passou toda aquela tristeza, angústia, e raiva. Obrigada pelo carinho.
Ontem já tava melhor, mas hoje acordei que nem a menininha da foto, linda e loira!
Tá bem, tô exagerando... loira  não, até porque se eu pintar o cabelo agora, daqui a pouquinho vai dar problema, pois eu vou estar grávida, aí não vou poder pintar e vai ficar aquela raiz escura horrorosa.  hahahaha brincadeirinha, gentes! Não foi uma recaída.

Mas a real é que acho importante curtir uma tristezinha de vez em quando. Durante muito tempo, por outras situações da vida, não me permitia isso. Sempre fiz a linha otimista, humorista e forte. Até que um belo dia dei um basta e me permiti chorar e falar sobre o que me causava dor. E isso me tirou um peso danado das costas.

Li o post da Lelinha e me identifiquei totalmente. Estamos passando por coisas bem parecidas e é ótimo saber que não sou assim tão louca por pensar o que penso. Essa coisa de blog tá me fazendo tão bem!
Primeiro porque escrever é muito mais fácil do que falar. Lê e comenta quem quer, o que quiser.
E depois porque lendo taantos blogs, de mamas e futuras mamas, me sinto super compreendida nessa confusão de sentimentos.

Mas enfim. Resolvi retomar minha vida. Eu tava parada no mesmo lugar e foi super importante dar essa pausa e contatar com coisas minhas que evitava. Sempre achei essas tentantes meio malucas, sem o que fazer, até que virei uma delas e entendi essa ansiedade toda. - Essa hora lembro da minha mãe que diz que a língua é o chicote do cú (não, minha mãe não é uma bagaceira desbocada, mas solta umas pérolas de vez em quando).

Pois bem, ontem acordei e já fiz outro teste, dessa vez aquele que dá pra fazer antes do atraso, já que meu ciclo endoidou e nem sei quando que é pra M vir.
Outro negativo na cara.
Lavei o rosto, ainda triste, mas quando me olhei no espelho saiu um sorriso aliviado por estar virando a página. Caprichei no make e fui trabalhar. O dia rendeu que foi uma beleza. Vi, mais uma vez, como adoro o que eu faço. Planejei coisas pra semana que vem, separei livros e capítulos que quero ler... Fui almoçar com o marido, depois paramos pra tomar um cafezinho e jogamos conversa fora.
De noite saímos pra jantar e eu tomei como se tomasse o elixir da felicidade) uma Serramalte beem gelada!
Sem culpa, sem qualquer sentimento ruim. Só alegria de estar ali, com ele e principalmente, comigo de novo.

Hoje é sábado e tá um dia lindo! Vamos sair por aí, curtir o fim de semana. O marido toca hoje a noite. Talvez eu vá no showzito, talvez aproveite pra sair com as amigas, ou ficar em casa com as amigas, ou ficar em casa comigo, porque sim,eu sou uma ótima companhia!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ai, sabe?

Ai.
Juro que nunca me senti assim.
A bendita ainda não desceu, mas eu sei que vai vir.
Enquanto isso eu tô chorona, cansada, me achando chata, feia, burra e trouxa.
Sei que vai passar. Sei que sou legal, linda, inteligente e? legal de novo. Mas hoje tava a fim de não olhar pra minha cara, passar o dia sem falar comigo.

Ontem tive um surtinho de empolgação e ansiedade, aí resolvi fazer um teste de farmácia. E olha que eu nem sou dessas (tenho um pouco de medo de testes, provas e avaliações em geral rsrs). Bem, fiz o tal teste sem segurar o pipi, com a 10ª urina do dia e deu negativo, lógico.
Na hora nem fiquei tão triste. Ainda tinha uma esperancinha.
Mas hoje tô assim, deve ser por isso.
Rodei na prova e olha que estudei direitinho.

Falando em estudar direitinho, a minha supervisora veio perguntar se eu gostaria de estudar na Espanha, em Madrid, com bolsa e tudo.
Sempre quis morar na Espanha, amo a Espanha e já passei da fase de me jogar no velho mundo pra trabalhar de garçonete e dividir ap com uns seis jovens barulhentos e que não são muito amigos do chuveiro. Estudando seria a única opção viável agora e o marido super topa, pra ele é mais fácil trabalhar em qualquer lugar do mundo, música é universal.
Mas ela falou (tadinha, bem simpática), "tem que aproveitar agora, que vocês não tem filho, estão livres, é bem mais fácil". E ainda fechou com um "Pensa nisso" e uma piscadinha marota.

Putaqueopariu. Não estou livre não, já tenho esse lugar do filho no meu coração, nos meus planos.
Mas na prática mesmo, ele não chegou. E sabe-se lá quando vai chegar.
Como é difícil fazer planos a médio e longo prazo agora que decidi (mos) ter um filho.
Será que isso já faz parte da maternidade? Será que deve-se abrir mão das coisas antes mesmo do filho ser gerado, ou fazer isso é se apegar a algo que sequer aconteceu e pode demorar muuito?

Agora vou pro microcosmo, pra vocês sentirem o drama. Ontem passando por uma vitrine vi um vestidito lindo, apaixonei. Mas ele é tomara que caia, e bem acinturado. Ainda tá friozinho aqui. Eu só usaria o vestido lá por novembro, é um vestido pro verão. Maaaas, no verão eu vou estar grávida, não vou caber nesse vestido! hahahaha
Sentiram a trouxisse desse ser que vos fala?
Entendem agora porque eu preciso de férias de mim?
Concordam que é TPM das brabas?

Assim espero, porque daí passa.

E querem saber, se não descer até sábado, faço o teste derradeiro, porque sim, sou "livre", então quero sair e beber sem culpa, que eu tô bem precisando de uma cervejinha.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Preguiça e alegria

Ringo,  devir poltrona.

Então garotas, vou falar primeiro da alegria, já que essa é culpa de vocês!
Não sei se é assim com todo mundo, mas eu tô boba, fico com sorriso de orelha à orelha cada vez que entro aqui e vejo que tem mais um comentário!
Achei que esse bloguito ia ficar jogado às moscas...
Mas graças a vocês meus dias tem sido mais alegrinhos e tenho vontade de escrever. Cada comentário  me faz feliz e é muito legal ver que tem gente torcendo pela gente. Mais legal ainda é entrar nos blogs de vocês (alguns eu não conhecia) e poder conhecer tantas mulheres diferentes com tanta coisa em comum. Tô amando!

Agora vamos à preguiça...
Oh céus, ela tomou conta do meu corpitcho. Fui trabalhar hoje de manhã e tinha a tarde livre. A faxineira não veio (delícia!), então tudo que eu tinha deixado pra ela fazer eu fiz à tarde, certo?
 Errado.
Cheguei em casa quase me arrastando, almocei jogada no sofá e dormi até as quatro da tarde.
Levantei e meu corpo peeeesa tanto. Olhei pros meus cães lindos (um deles é esse arregaçado da foto), eles olharam pra mim com aquela cara de "se não gosta de cachorrinho, porque nos pegou?" e depois de hesitar muito, decidi que sim, levaria eles pra passear. Moro na frente de um parque enorme, sempre levo eles lá, onde brincam soltos com outros dogs. Mas hoje não consegui nem chegar no cachorródromo, ficamos na pontinha do parque, onde encontrei um bom banco ao sol. Voltei sendo arrastada  me arrastando pra casa. E tô aqui, com o corpo pesado, nem é mais sono, é preguiça mesmo, sabe? Parece que meu quadril e minhas pernas são de argamassa.

Noite passada quase não dormi, e olha que sou boa de cama. Sei lá o que deu, fiquei pensando em tanta coisa. Tentava relaxar, fazer uns exercícios de Yoga (só respiração, claro) e ficava cada vez mais tensa.

Deve ser a vermelhuda chegando. Dessa vez a TPM veio em forma de ressaca, pois a sensação que tenho é que pulei quatro noites de carnaval e curti quatro dias de praia (good times).

Impossível não pensar na possibilidade de, quem sabe, por acaso, assim como que não quer nada, estar grávida (prontofalei!). Mas dá até vergonha quando passa isso pela cabeça. Não quero me iludir, quero relaxar e deixar tudo acontecer naturalmente, pra depois poder dizer por aí que foi uma surpresa, nem imaginava que pudesse ter engravidado esse mês . 
Ai, acho isso tão fino! 
Mas hoje tô com leves cólicas, pra não deixar dúvidas que ela vem aí!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A espera da espera...

E eu que tenho dito que ando mais calma... mentira. Tô fazendo aquele tipo louca mansa, sabe?

Tô no 25º dia do ciclo e começando a ficar de saco cheio disso! Imagina se uns meses atrás eu ia saber o dia do ciclo? Nem sabia se o tal ciclo começava no primeiro dia de menstruação ou no final dela.
Droga, droga e droga!

Aí a cabeça da guria aqui fica pirando. Eu fico super me observando e estou sentindo há dias: coliquinhas leves, pontadinhas no ovário, tonturas, mamilos sensíveis e até um enjôo de vez em quando. Ai, que chatinha!

E então vem aquele papo nojentinho de muco, como tão bem e engraçadamente descreve a Carol
Fato é que desde que decidimos tentar o bebê (em fevereiro), olho, atenta, o papel higiênico todo santo dia.
É que nem se limpar, escovar os dentes, tomar banho, respirar. É automático.
Esse mês (segundo ciclo depois da curetagem) pude ver o tal muco egg da ovulação (eeee), que não apareceu no ciclo anterior. E de uns dias pra cá, tá vindo um muco branco, às vezes meio transparente. Muitão.
Então eu fico viajando, bem antes da data da menstruação. Me sinto grávida e em seguida, me sinto boba.

Pois é, por um lado é ótimo ter todas informações para tentar planejar um bebezito, mas por outro, isso me deixa nervosa e mega ansiosa! Eu sou do tempo que pra engravidar bastava transar sem proteção. Sem estresse, sem compromisso, só por vontade, tesão e sei mais lá o que. 

Faço trinta aninhos em novembro mas todas as minhas amigas que tem filhos, ou foi sem querer, ou resolveram e pum! engravidaram de primeira, ou segunda.
Aliás, até resolver que queria ser mãe, me achava suuper nova, com longos e férteis anos pela frente. A maioria das amigas que planejaram a gravidez, tiveram suas crias lá pelos trinta e poucos.
Eis que no meio de tanta informação sobre fertilidade, descubro que estou praticamente velha. Ah pára! Isso não é assim. Eu sei, eu vejo mulheres com mais de 35 anos tendo filhos lindos e saudáveis.

O mais sensato seria parar de ler artigos na internet, bloquear os fóruns sobre gravidez do meu note e enfiar a cara no trabalho né?  Eu sei...
Mas sou do contra, então resolvi alimentar o monstrinho e escrever sobre tudo isso.
Pior é admitir que apesar de tanta angústia, tenho um certo deleite nessa vida pré maternidade. Ou não estaria aqui.
E quem me vê, nem imagina o que se passa nessa cabecinha obstinada. Sigo minha vida normalmente, como se fosse uma pessoa absolutamente sem problemas psíquicos (hehehe), trabalhando, passeando, encontrando os amigos, namorando, saindo,cuidando da casa, passeando com os dogs, estudando, visitando a família...




domingo, 19 de setembro de 2010

Paciência, estranheza e contradição



Tô estreando, mas já leio blogs a tanto tempo, e já conheço quase que profundamente (ou ao menos uma parte funda) de tantas blogueiras que ando me sentindo um pouco egoísta em não me expor.
Não que alguém possa estar perdendo grande coisa, mas conhecer gente é sempre tão bom!

É estranho como cheguei até aqui, o que me motivou e me motiva na blogosfera, sem dúvida é o universo bebezístico, embora leia e fuce sobre vários assuntos diferentes. Comecei a ler os blogs ainda em janeiro, meio que por acaso, quando planejava ser mãe. E assim foi de tal maneira, que acabei viciando!
De lá pra cá muita coisa aconteceu, tive aquela ansiedade louca das tentantes, neguei toda essa loucura, mas voltava sempre pra ela. Me fez bem achar mulheres tão ou mais loucas ansiosas do que eu. E mais ainda, descobrir algumas mulheres que tratavam tudo isso com a mesma intensidade  e senso de humor que sempre busco ver as coisas da vida. Me senti compreendida e, mais engraçado, me senti íntima de gente que não troquei sequer uma palavra até hoje.
Foi (e é) bem estranho tudo isso!

Em maio descobri que estávamos grávidos, fim de junho perdemos o bebê.
O vazio foi tão grande, a queda tão dura.
Mas as lágrimas rolaram gordas, e limparam o que precisava ser limpo.
O tempo que custou a passar... Levou tempo pra eu me sentir normal de novo. Aliás depois disso não voltei ao que era, mas gosto do que me tornei.
Levou tempo pro corpo regular. Nem tô falando do tempo cronológico, mas o tempo interno.
Agora estamos na ativa de novo. Estamos bem, felizes, mais maduros e loucos pra gerar uma vidinha, pra ver crescer a barriga...

Quero uma gravidez com tudo que tenho direito: enjôos, vômitos, mal estar. Sei que não parece muito "normal" desejar essas coisas, mas no momento eu quero sim! Mesmo achando que vou me arrepender de ter querido, assim que der a primeira golfada.

A ansiedade segue comigo, mas é mais discreta agora. Tenho medo e coragem, o tempo todo.
Espero logo, logo poder falar dessas coisas todas que leio nos blogs que adoro tanto...

Pra mim é bem estranho falar tudo isso assim, pra quem quiser ler. Mas acho que minha fase voyer tá passando!